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Eu
não havia perdido ninguém da minha família até
o ano de 1996, quando o meu avô (materno) faleceu, e eu o considerava
como a um pai.
Neste ano percebi o que era a morte e, como tudo que o meu avô me
ensinou, passei a ver a morte como uma coisa simples, não posso
dizer bonita, mas compreensível, principalmente quando morremos
sabendo que tivemos nesta vida a satisfação do dever cumprido.
No velório, portanto, cumprimente as pessoas mais próximas
ao falecido(a), (esposa, pais, filhos, etc.).
Logo em seguida ao sepultamento, costuma-se cumprimentar novamente as
pessoas da família, mas agora, não usa-se as frases "Meus
pêsames", "Sinto muito"; um simples gesto de carinho
em silêncio, é melhor do que qualquer palavra.

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